A opção pela vida, apesar de dolorosa, parece ser uma alternativa que traz a felicidade.
Nestes dias em que os cristãos relembram/revivem a paixão-morte-ressurreição de Jesus diversos pensamentos e sentimentos invadem o coração e mente daqueles que param para refletir sobre o fato memorado.
Tinha tudo para ser famoso, tinha tudo para ser poderoso, tinha tudo para ser rico, mas curiosamente, os Evangelhos relatam que optou pelo anonimato, apesar das multidões o buscarem, optou pela solidariedade, e se tornou referência para muitos sem-líderes, optou pela pobreza.
Esta semana é um tempo para se pensar: o que é uma opção pela vida e quando é sábio optar pela vida.
Tenho acompanhado, via 'livro dos rostos', os muitos comentários sobre a semana da esperança, a semana da vida. Porém, fui convidado a uma séria reflexão quando me deparei com o seguinte 'post': "minha religião prega a solidariedade, não a prosperidade".
Pode ser um pensamento retórico, um pensamento que pode provocar horas e horas de sermão ou homilias, nos templos e catedrais. Porém, uma coisa é certa: solidariedade gera a prosperidade. O contrário, nem sempre é o caso.
A opção pela vida é uma opção pela solidariedade, que gera a prosperidade.
Neste tempo de milagres, de grandes espetáculos, de efusões em nome daquele que um dia fora Jesus, esta semana nos coloca diante do humano que sempre optou pela vida, esta semana nos faz pensar qual o caminho certo, o caminho do Cristo, que foi Jesus sem deixar de ser Cristo, que nasceu, cresceu, viveu, padeceu, morreu e ressuscitou.

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