- Que menina linda essa que eu fiz! Isto dizia o pai de Paulinha, sem ainda saber das últimas conquistas escolar da menina.
- Que pai mais lindo esse que eu tenho! Isto dizia Paulinha a seu Ademar, tentando ter o total espaço do coração do pai antes da revelação.
O almoço seguia normal, coisa muito comum em casa de Paulinha, visto que seu pai trabalhava em casa e sua mãe, sempre que podia estava presente nas refeições, pois ela trabalhava com vendas diretas.
Fora isso, era um dia especial: o frango assado, o arroz colorido, o vinho, a goiabada com creme de leite, transformavam aquele dia de celebração pelos 40 anos de Ademar, numa singela degustação dos sabores simples que a vida oferece.
Dona Raquel, mãe de Paulinha, era o puro contentamento e júbilo pela familia que tinha: um belo marido, uma linda filha. Moravam num belo apartamento no Padre Eustáquio. Não tinham cachorros, nem gatos.
Após o almoço, Raquel convidou Paulinha ao quarto para buscarem a chave do presente que ambas tinham comprado a seu Ademar: o sonhado sedan. Quando seu Ademar desceu correndo para ver a cor do carro, fiquei imensamente satisfeito, pois era preto. Queria sair com as duas para dar uma volta pelo bairro, mas Paulinha não deixou, pois ele estava meio leve, por conta do vinho.
Paulinha aproveitou a ocasião e, na garagem, ainda confiante no vislumbre paterno e na compreensão materna, disse: - pai, mãe, a diretora Regina pediu para vocês passarem na Escola. Ela quer conversar com vocês, pois não fui muito bem na última etapa.
EU NÃO SOU ADOLESCENTE, MAS ESTOU AMANDO A VIDA DE PAULINHA. PARABÉNS PROFESSOR RENATO.VOCÊ É O MELHOR PROFESSOR QUE JÁ TIVE. O MAIS COMPETENTE! O MAIS ÉTICO! O MAIS DIDÁTICO! O MAIS SÁBIOOOO!!!... VOCÊ É DEMAISSS... É O MEU ÍDOLO!
ResponderExcluirBEIJO ENORME,
HELIQUE ROCHA.